Luana Piovani publicou um vídeo nos Stories comentando imagens de policiais fortemente armados avançando contra um indígena com uma lança no Mato Grosso do Sul. Ela falou sobre natureza, consciência e os povos originários sendo tratados como inimigos na própria terra. Encerrou sem citar nomes: “Enfim, é isso que me faz chorar. Entende? Coisa séria, muito séria. Por favor, não me venha com lágrimas de crocodilo.”
O contexto tornou a indireta impossível de ignorar. Horas antes, Virginia Fonseca havia aparecido chorando nos Stories após Luana marcá-la num post sobre apostas online. Na legenda, Luana escreveu: “A maldição vai colar em você, resvalará nos seus filhos. Dinheiro de sangue, endemoniado.” Virginia respondeu anunciando processo judicial e repreendendo a maldição em nome de Jesus Cristo. Zé Felipe compartilhou o vídeo e declarou apoio: “Tô com você.”
A origem do conflito está num vídeo da auditora Juliana Prates, que associa apostas online a tragédias familiares. Ela perdeu o irmão Otacílio, também auditor, vítima do vício em apostas online. Luana repostou e marcou Virginia. O passo seguinte envolveu os filhos da influenciadora pelo nome, ponto que muitos consideraram além do limite, mesmo entre quem concorda com a crítica às bets.
A briga mistura acusação moral, ameaça judicial e uma guerra pública que está longe do fim. Luana errou a mão ao nomear crianças. Virginia promove um produto que o Congresso investigou e que está ligado a histórias de destruição familiar documentadas. A situação não se resolve nos Stories, nem com versículos bíblicos, e provavelmente não se resolverá facilmente na Justiça.
