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¿Plata o plomo?: Dentro das 4 linhas


Fonte: reprodução


Pablo Emílio Escobar Gaviria, o colombiano conhecido por todo o mundo como o maior traficante de drogas da história. Pablo era dono do cartel de Medelín e, com isso, lucrava cerca de 5 bilhões de dólares por ano com a venda de drogas. Utilizando a política “plata o plomo” (prata ou chumbo), o narcotraficante chegou a possuir cerca de 80% da cocaína no mundo.


Traficando drogas internacionalmente, Escobar queria ajudar seu país. Visando mais poder e influência, financiava diversos políticos e, até mesmo, sua própria candidatura, chegando a frequentar o parlamento colombiano. Apesar de estar envolvido em atividades ilícitas, Escobar não vivia no anonimato e fazia o papel de homem do povo. Enquanto deputado, financiou o desenvolvimento de subúrbios de Medellín com a construção de conjuntos residenciais e também de diversos campos de futebol para crianças pobres. Desses campinhos montados ou reformados por ele, saíram alguns dos principais jogadores da seleção colombiana que brilharam durante a década de 90.


A ligação com o futebol sempre foi grande. No final da década de 80, Pablo Escobar era dono de três clubes na Colômbia: Atlético Nacional, Independiente de Medellín e Envigado.


A primeira libertadores de um time colombiano


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