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Os efeitos da propaganda anti-China

Não é incomum, nos dias atuais, deparar-se com notícias sensacionalistas acerca da China, seja na internet, na televisão ou nos jornais. Principalmente após o início da pandemia do novo coronavírus, o país tem sido bombardeado por falsas acusações, as quais tem gerado grandes prejuízos não só ao Estado chinês, mas também à sua população, a qual tem sofrido com o aumento crescente dos casos de xenofobia e racismo.




Uma das mais comuns e divulgadas narrativas é a de que a China tem cometido violações aos direitos humanos na província de Xinjiang, onde encontra-se a minoria muçulmana Uigure. Por ser uma região de localização estratégica e economicamente importante devido às suas reservas de petróleo e minerais, este foi o alvo escolhido pelos Estados Unidos, que, com base em acusações completamente sem fundamento, conseguiu que fossem impostas sanções internacionais à China e que aumentassem mais ainda os casos de xenofobia contra os povos asiáticos.


No dia 26 de março de 2021, oito mulheres, incluindo seis de origem asiática, foram mortas em um ato terrorista cometido por um homem branco em Atlanta. Uma mulher chinesa de 89 anos foi atacada e incendiada por dois homens em Nova York. Em São Francisco, um senhor de 75 anos, também de origem asiática, fora assassinado na rua. Estes são apenas alguns exemplos dos crescentes casos de crimes terríveis sendo cometidos contra os povos asiáticos, resultado do intensivo investimento estadunidense na propaganda anti-China.