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O sionismo e o genocídio palestino em meio à pandemia do novo Coronavírus

Atualmente, muito tem sido veiculado acerca dos avanços na vacinação mundial, e um país que tem sido retratado na mídia como exemplo de êxito na garantia de vacinas contra a COVID-19 à sua população, é o Estado de Israel. Considerando-se a data de hoje (01/05/21), o país possui, de acordo com a CNN Health, 62% de sua população vacinada. Entretanto, até que ponto o Estado Sionista deve ser visto como um modelo? Às custas da vacinação do povo israelense, estão as vidas dos milhões de palestinos, que tiveram e ainda tem seu território invadido, e passam por uma segregação racial e cultural, além de um extermínio étnico em massa.


Desde que foi criado, em 1948, o Estado de Israel vem expandido suas fronteiras sobre o território Palestino, ocupando-o ilegalmente, destruindo habitações, perseguindo, torturando e exterminando ostensivamente o povo palestino. Ademais, Israel tem construído assentamentos, principalmente na região da Cisjordânia, que violam a lei internacional, e, com o apoio dos Estados Unidos, busca anexá-los ao território israelense – isso porque o movimento sionista visa a consolidação de um Estado próprio para o povo judeu.


O cenário só piorou quando a pandemia do novo Coronavírus atingiu a região, já que Israel, de acordo com a Organização das Nações Unidas, violou a lei internacional ao não vacinar os quase 5 milhões de