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O Retrato de Dorian Gray


O Retrato de Dorian Gray é um romance de rumo filosófico escrito pelo irlandês Oscar Wilde. Foi publicado inicialmente em 1890, na revista “Lippincott’s Monthly Magazine” com o cenário da época, que se passava o período vitoriano. Havia sido muito criticado pelos britânicos, com o argumento de que violava a moralidade pública.


No começo da leitura, nos vemos na cena que Basil, o artista, está conversando com Harry (Lorde Henry) sobre seu mais novo quadro, o retrato de Dorian Gray. O pintor é apaixonado por Dorian, e isso fica bem explícito na história. O rapaz, por sua vez, se apaixona pela própria imagem, e deseja que tenha a aparência da juventude para sempre. E, enquanto Dorian tem a beleza intacta, seu retrato vai envelhecendo e retratando vestígios do mal que pratica.


Ao longo do escrito, observamos alguns dos 7 pecados capitais (como luxúria, ganância, vaidade…); e é claro que tenho que reforçar que a obra faz referência à obra Fausto, que é uma lenda famosa alemã que possui como tema um pacto demoníaco.

Um fato interessante é que Oscar Wilde pertenceu ao esteticismo, movimento que fazia questão de exaltar a arte pela própria arte, esteticamente, claro. O escritor era homossexual e, ao meu ver, colocou um pouco de seus sentimentos em seu romance. Contra a moralidade, foi muito julgado, e esse julgamento o levou à falência, e à morte.


O tema certamente é atemporal, e pode ser opinado p