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O PIB É UMA BOA MANEIRA DE MEDIR BEM-ESTAR ECONÔMICO?

Há um grande debate sobre o PIB ser uma forma adequada de medir o bem-estar econômico. Nessas circunstâncias, o PIB foi criado durante a Grande Depressão em Nova Iorque em meados da década de 1930 pelo economista Simon Kuznets, para encontrar saídas para a crise que perdurava em sérias proporções. Ele então começou, por exemplo, a analisar o número de trilhos e ferro produzidos, calculando tudo o que era produtivo naquela época


Há quem diga que o PIB não é a melhor forma de medir o bem-estar econômico, depois não abrange questões como mão de obra e tráfico de drogas — equilibrando o parâmetro de confiabilidade - que movimentam com valores elevados toda a economia. Além disso, só porque o PIB é consideravelmente grande em um país não significa que a nação seja rica e poderosa. O PIB da China, por exemplo, sobe 7,9, quando a população do território é miserável e não tem poder de compra, não tendo bem-estar comparável, quando a China é uma das maiores economias do mundo seguindo esse modelo.


Em 2020, o mundo assistiu — e ainda está observando— a pandemia Covid-19 chegando ao fim com todas as economias existentes. Houve muita perda de dinheiro, negócios, empresas, famílias. Para John Maynard Keynes, “o mais importante em um momento difícil como guerras ou pandemias não é o bem-estar econômico, mas quanto a economia pode gerar o mínimo para as pessoas consumirem e, então, financiar a batalha”. No Brasil, a economia quebrou, muitas vidas foram perdidas. Em benefício da economia, o governo brasileiro decidiu abrir ao público cada vez mais restaurantes, clubes e shoppings em um momento caótico, que foi uma decisão impensada, que resultou em mortes e falências. Depois de tudo que o globo passou, ainda é possível para as pessoas pensarem apenas em números?