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O analfabetismo brasileiro



A história do analfabetismo brasileiro está presente desde muito tempo no país, podemos considerar como uma “herança mal herdada”. E ao considerarmos o déficit alto do nível educacional do Brasil veremos que, o analfabetismo é um dos fatores que mais impactaram o passado e o presente desse legado educacional. O ato de alfabetizar precisa de recursos e incentivos, e não só de instituições escolares, para que a criança possa desenvolver um aprendizado adequado e satisfatório a fim de apoiá-la no papel de cidadão que ela irá enfrentar futuramente. Há diversos tipos de analfabetismo, porém, dentre eles podemos citar os mais graves e recorrentes, que seriam: o analfabetismo ou absoluto, quando o indivíduo não é capacitado de escrever e ler; as vezes a pessoa não recebeu nenhum tipo de orientação, seja dos pais ou de professores, para ler e escrever. Temos o iletrismo que seria quando o ser não consegue ter a compreensão do que está lendo, provavelmente causado pela defasagem escolar. Por último, em quesito dos mais assíduos, há o analfabetismo funcional seria o indivíduo que sabe ler e escrever, porém não tem capacidade de interpretar o texto que acabou de ler; o INAF- Índice Nacional de Analfabetismo Funcional- mostrou que por volta de 30% dos brasileiros que estão entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais. Hodiernamente a quantidade de jovens analfabetos no Brasil ainda tem uma proporção gigante. Foi divulgado em julho de 2019, pelo IBGE, que o Brasil possui cerca de 11,3 milhões de pessoas com mais de 15 anos que não são alfabetizadas, ou seja, uma taxa de 6,8% de indivíduos.


Em suma, de acordo com o artigo “A Política Educacional de Alfabetização da Criança Consubstanciada pelos Programas, Projetos e Pactos: O Novo ou Tudo de Novo?", foi levantado essa questão sobre a universidade e sua importância no cenário de alfabetização.