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Nietzsche e a Essência do poder do Educador


Friedrich Wilhelm Nietzsche, filósofo e professor nascido no Reino da Prússia no ano de 1844, tem um mérito muito conceituado nos dias atuais por suas diversas obras e linhas de pensamento. Isso porque, diferentemente de inúmeros outros autores, Nietzsche tem uma narrativa provocativa que instiga a reflexão profunda do “si próprio” trazendo à tona os demônios obscuros escondidos no nosso meio social. Para ele, filosofar é um ato que se enraíza na vida é um exercício de liberdade. O compromisso com a autenticidade da reflexão exige vigilância crítica permanente, que denuncia como impostura qualquer forma de mistificação intelectual (JUNIOR O., 2000)


Nesse sentido, ler Nietzsche e estudar seus conceitos, hodiernamente, é uma agregação não somente intelectual mas também de espírito, uma vez que o mesmo através de seus pensamentos - vontade de poder, além-do-homem (Übermensch), niilismo e a figura da morte de Deus - desvendou as profundezas e embaraços da alma moderna. Ao longo desse seu confronto com o conjunto da herança cultural de nossa tradição, Nietzsche forjou conceitos e figuras do pensamento que até hoje impregnam nosso vocabulário e povoam nosso imaginário político e artístico (JUNIOR O., 2000).


Sendo assim, a estética educadora nietzschiana sustenta que através do educador é possível descobrir a si mesmo, ou seja, pelo meio externo poderia-se investigar o interior. A educação ocupa, na filosofia de Nietzsche, um dos lugares centrais encontrada em todos os setores da moderna vida social: na arte, plenamente instrumentalizada para fins de entretenimento, ou, como o chamamos atualmente, capturada nos circuitos da indústria cultural; na