Buscar

E se a rainha Elizabeth morrer?

A matriarca possui o posto de chefe de estado há quase 70 anos, sendo considerado o reinado mais longo da história.



Deixando de lado o mundo do cinema dessa vez para comentar sobre a mortalidade da imortal britânica que, além de estar viva por quase um século, passar por 14 primeiros-ministros e conhecer mais de meia dúzia de papas, a sua morte é inevitável e trará muitas mudanças para o mundo inteiro. Porém, os planos para esta ocasião já estão todos organizados pensando no futuro da coroa e da população.


A Operação Ponte de Londres:


O protocolo está sendo desenvolvido pelo Reino Unido a mais de 65 anos chamado Operation London Bridge. Além de ser a peça principal da Commonwealthe monarca de 16 países (Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Antígua e Barbuda, Bahamas, Barbados, Belize, Granada, Ilhas Salomão, Jamaica, Papua-Nova Guiné, São Cristovão e Névis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Tuvalu) a família real atrai atenção mundial e, por esta razão, irá ser um dos maiores eventos de todos os tempos. A operação envolve a Igreja da Inglaterra, o Serviço de Polícia Metropolitana, as Forças Armadas Britânicas, os Parques Reais de Londres e a Imprensa.O plano é atualizado várias vezes no decorrer dos anos para garantir a organização e o sucesso (algumas decisões importantes foram feitas pela própria rainha).


Cada membro da família real britânica possui o nome de uma ponte, algo parecido com um apelido ou código. Por exemplo, o do príncipe de Gales é Menai Bridge, a da rainha-mãe é Tay Bridge, e assim sucessivamente. Então, quando algum deles morrer, outra operação se iniciará colocando “isdown” no final como a mensagem secreta. Esses códigos eram muito usados na época da criação dos telefones, pois todas as ligações eram intermediadas por uma telefonista que podia ouvir toda a chamada – portanto, codinomes eram necessários. Após o ataque terrorista em junho de 2017 na famosa Ponte de Londres, não se tem certeza se a frase-código vai ser realmente usada.


O Início da Operação:


Depois da rainha falecer o plano começará a funcionar sem hesitação. O seu secretário privado irá passar a mensagem para o primeiro-ministro do Reino Unido e, assim,todos os países da Commonwealthficam sabendo do ocorrido pelo código “London Bridge is Down” ditas por uma linha de telefone segura pelo Centro de Resposta Global do Ministério das Relações Exteriores.