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Delegados e jornalistas têm encontro produtivo

Em coletiva de imprensa, alguns delegados se dispuseram a comentar sobre o andamento dos debates em seus comitês.


Ontem (24), na Simulação ONU SEB, delegados de diferentes comitês aceitaram o convite da imprensa para discorrer sobre os assuntos em pauta em seus respectivos congressos. Com a Assembleia Geral II discutindo sobre ações para impedir que grupos extremistas tenham armas de destruição em massa, a delegação do México foi questionada sobre as conclusões atingidas, na conferência, em relação à posse de armas nucleares por países pequenos. Assim, o Estado afirmou que nações menores precisam ter cautela com esse tipo de poder bélico, uma vez que não dispõem de segurança suficiente para administrá-lo.


Ainda, quando indagado sobre a suficiência da aliança desses países menores com grandes potências para que não sejam deixados em situação de vulnerabilidade caso abandonem o armamento nuclear, o delegado do México disse que nações poderosas podem amparar alguns países, mas apenas parcialmente, pois um auxílio total causaria danos a suas próprias economias.


Da Assembleia Geral I, que abordou o tópico do talibã e refugiados, foram entrevistadas as delegações da China, Estados Unidos e Afeganistão. Quando levantada a questão de qual o maior empecilho alegado pelos países que se recusam a receber pessoas expatriadas, a resposta chinesa girou em torno da desinformação, afirmando que essa precisa ser combatida em primeiro lugar.


Questionada sobre quais potências ofereceram ajuda, recebendo os refugiados, a delegada do Afeganistão comentou que só está liberada a saída da população afegã para a República Popular da China. Disse, também, que alguns países não estão oferecendo auxílio governamental a refugiados de guerra, tratando essas pessoas como simples imigrantes, sem disponibilizar maiores recursos àqueles com dificuldades de adaptação a um novo Estado.


Ademais, foi perguntado à delegação dos Estados Unidos como seriam suas providências em relação aos refugiados. Eles alegaram estarem muito empenhados em ajudar as pessoas que necessitam sair do Afeganistão, e declararam que mais de 60 mil refugiados já foram aceitos em seu país. Também estariam dispostos a tentar integrar esses indivíduos no mercado de trabalho, providenciando empregos em servidores públicos, de forma a ajudar a econômia do país.