Buscar

Cristianismo: ascensão e queda

A religião cristã teve seu período de crescimento e difusão na Europa durante o Império Romano, na época chefiado por Nero, nos anos de 54 a 68 d.C. Nesse período, era extremamente comum a perseguição aos cristãos, os torturando, matando e até os capturando para lazer. Em Roma existia um esporte extremamente humano e civilizado em que cristãos eram colocados em arenas para lutarem (muitas vezes desarmados) contra Leões e outras feras, essas passagens são chamadas por historiadores de “Panis et circenses”, mas como podemos presumir, fazer pão e circo com os órgãos de um cristão não é de muito bom gosto nos padrões éticos atuais (Graças a Deus...). Só em 313 d.C. essa carnificina e perseguição acabariam, o imperador romano desse período, Constantino, se converteu ao cristianismo e o tornou a religião oficial do Império Romano. Mas por que isso aconteceu?



Um dos valores decisórios seria Deus, não um homem. Além da negação ao sistema vigente, também havia a tal da apologia à paz, muitas religiões da época eram pautadas na liberdade que a morte trazia e a guerra interminável, ou seja, incitavam a violência, mesmo que indiretamente. Já o cristianismo pregava a paz, a crença no perdão e a possibilidade de uma vida pós-morte. Esses foram os fatores que fizeram o cristianismo ser tão venerado e aceito, assim fazendo com que as religiões politeístas perdessem a credibilidade e caíssem em esquecimento, dando cada vez mais e mais poder para os seguidores de Cristo. A expansão da crença católica tornou-se tão monstruosa que em certo ponto já era inevitável a chegada desse novo credo para a alta nobreza Romana, com isso, como dito anteriormente, Constantino declarou o Cristianismo a religião oficial do Império Romano, junto a isso cedendo espaço para a Santa Igreja Católica Apostólica Romana se estabelecer em alguns territórios e também elegendo um patriarca para a fé, conhecido como Papa.