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CRÍTICA| Soul, a melhor animação da Pixar?

Joe Gardner é o protagonista de uma aventura sensorial e transformadora em um filme que esbanja refinamento visual.



Para onde vamos depois de morrer? Qual é o nosso propósito em vida? Por que viemos para cá? Eu tenho certeza que todas essas perguntas já nos assombraram em algum momento de nossas vidas e elas são o ponto de partida da nova animação que engrandece o catalogo da Disney+, com potencial para agradar todas as faixas etárias.


Como já é esperado das animações da Pixar, Soul trás novamente assuntos complexos envolvidos em um universo lúdico e infantil. No entanto aqui a narrativa é construída de uma maneira muito mais abstrata, a dupla de direção, Pete Docter e Kemp Powers, escolhe responder suas questões existenciais com maior sensibilidade, seja por meio das imagens ou do brilhante trabalho sonoro presente no longa.


Soul se estabelece no ritmo frenético de Nova York e da trilha sonora com batidas de Jazz que permeiam o filme como um todo. Acompanhamos aqui, Joe Gardner que acaba de receber uma vaga como pianista na banda de seus sonhos, o personagem está tão distraído e preso a sua própria individualidade que caí em um bueiro e morre. Essa trama inicial dá o ponto de partida para a jornada sensível que Joe terá que passar até a sua volt