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Brooklyn 99 e o racismo


A série Brooklyn Nine-Nine, em um dos seus episódios, aborda acerca do racismo com dois de seus personagens principais de forma palpável, preconceito este o qual é um retrocesso sobre o âmbito social atual. Nesse sentido, questões como a marginalização dos negros muitas vezes sem provas, que terminam até mesmo em agressões sem sentido.



Em 2020, movimentos como Black Lives Matter ganharam holofotes em todo o mundo, e com destaque no Brasil, provaram a necessidade de intervenções na população, uma vez que o racismo vem das classes mais baixas, escalando até o Estado. Desse modo, é notório que o branco não é marginalizado e nunca será pelo tom de sua pele.


Nesse sentido, em uma manifestação, uma mulher branca levou um taco de beisebol em meio a muitos cidadãos e os policiais a escoltaram para longe. Em outras realidades, envolvendo uma pessoa negra, não é visto tamanha calma com ações suspeitas.


No Brasil, muitas crianças negras são mortas vítimas de balas perdidas principalmente, porque estão inseridas em um meio com muita violência, com destaque policial. Portanto, cabe ao Governo Federal realizar projetos na educação, ensinar as crianças que todas as raças possuem os mesmos direitos e deveres e que todos são iguais, começando com a repreensão de bullying escolar, visto que, desde cedo, é importante que as crianças se tornem pessoas livres de preconceito.


Além disso, seria adequado a exclusão de agentes policiais que cometem erros gravíssimos contra a própria população. Afinal, eles deveriam estar aqui com o intuito de nos acolher e nos proteger, não de assumirem o posto de mais um dos inimigos sociais.