Buscar

A representação do luto em WandaVision

“Mas o que é o luto, se não o amor que perdura? ”


CONTÊM SPOILERS, CONTINUE POR SUA CONTA E RISCO


Com a finalização da tão aguardada primeira série da Marvel Studios, notei algo curioso no arco da personagem de Elizabeth Olsen que, potenciado com a sua performance, os episódios trouxeram uma ótica diferenciada e empática sobre o quanto Wanda Maximoff sofreu com a perda de sua família, de seu irmão e de Visão, suas dores e traumas mais profundos. Visto sua história, a criadora e roteirista da série, Jac Schaeffer, decidiu se inspirar nos cinco estágios do luto para o desenvolvimento da personagem e da narrativa.



Para a roteirista da série, a personagem costuma ser mais séria e presa à própria tristeza e ao luto, então era a partir deste ponto que tinha o desejo de começar a criar a cosmologia da série como um todo. Desde o começo da produção, tinham ideias de utilizar o método como uma ótima forma de levar a personagem à aceitação de tudo no final. Aceitação essa para com o manto de Feiticeira Escarlate, da sua perda e do fato que teria que deixar o Visão e seus filhos sumirem junto com sua realidade criada para que pudesse salvar todos os habitantes de Westview e que vivesse normalmente na vida real.


No luto, temos cinco fases previstas: negação, raiva, negociação, depressão, e por último a