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A pior seca dos últimos 111 anos


Nos últimos 18 meses, 99,98% da população paranaense tem atravessado uma intensa estiagem, devido aos baixíssimos índices de precipitação e os fenômenos La Niña e OA (Oscilação Antártica). De acordo com a Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná), houve um investimento de acima de R$1,4 bilhões, destinado à emergência hídrica, com fins de aliviar seus efeitos consequentes.


Embora seja a mais intensa crise nos últimos anos, ainda não é considerada a mais duradoura. A pior situação sofrida recentemente foi no mês de abril de 2020, em que a precipitação em Curitiba e região metropolitana alcançou somente 0,6 milímetros de volume, ao invés da média de 81,2 mm. Porém, os índices lentamente aumentaram ao passar dos meses, com volumes de 85 milímetros atingidos em agosto do mesmo ano. No entanto, de acordo com os registros da capital paranaense, em 1985, a média de precipitação atingida no mês de agosto foi de 36 mm. A emergência passada teve consequências energéticas, similarmente à atual, porém devido à sua extensividade ao invés da escassez.