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A morte do Rock n'Roll

Quase 7 anos após a declaração de Gene Simmons, o que temos a dizer sobre isso?


Morto ou vivo?


A discussão em cima desse assunto já é presente a muitos anos, mas ninguém parece chegar a uma conclusão desde que esse assunto veio à tona. Há argumentos que batem para os dois lados, mas afinal, qual faz mais sentido nos dias de hoje?

Dizer que o rock está morto é muito plausível na atualidade, já que o que domina são as músicas feitas através do digital, cada vez menos com instrumentos acústicos, encordoados e afins. Mas isso tem um ótimo motivo (não tão óbvio como a evolução tecnológica): é bem mais fácil você fazer música apertando botões no seu celular ou computador, do que aprender os fundamentos da música de fato (no fim é a tecnologia de qualquer jeito). Se olharmos para traz, a música sempre segue a tecnologia, desde a ópera quando não existiam microfones e os artistas precisavam fazer a voz reverberar em todo o teatro, até hoje quando a música (o uso do termo música é discutível hoje em dia) é basicamente um som digital.


Let's go back a little bit in time, uma linha do tempo da música é interessante para complementar meu ponto nesse assunto. Desde o meu exemplo da ópera ali em cima, tivemos a evolução para os instrumentos de metal, depois tivemos o início do blues seguido do rock n’ roll, evoluindo até onde estamos hoje. Fomos da ópera, para o Louis Armstrong, Elvis Presley, para os Ramones, Guns n’ Roses, Nirvana, e aí as coisas começaram a decair. É nítido que já não temos mais tantas bandas novas de alto nível como quando o mundo presenciava a ascensão simultânea de Beatles e Rolling Stones, por exemplo. Até as bandas de rock atuais que temos já não são mais