A B3, bolsa de valores do Brasil, anunciou no dia 23 de dezembro a terceira e última prévia da carteira teórica do Ibovespa, que será válida de 5 de janeiro até abril de 2026. Esta atualização traz uma nova ação para o índice e a remoção de outra. As ações ordinárias da Copasa (CSMG3), que é a companhia de saneamento de Minas Gerais, passarão a fazer parte da carteira com um peso de 0,348%. Essa inclusão ocorre em meio ao processo de privatização da empresa. Por outro lado, as ações da CVC (CVCB3) foram retiradas do índice.
A nova composição do Ibovespa começará a valer a partir de 5 de janeiro. Entre os ativos que continuarão com maior peso na carteira estão: Vale ON, que representa 11,381%, Itaú Unibanco PN com 8,384%, Petrobras PN com 5,799%, Petrobras ON com 4,071% e Bradesco PN com 3,968%. Esses números refletem a importância e a participação dessas empresas no mercado financeiro brasileiro.
Para que uma empresa possa fazer parte da carteira do Ibovespa, ela deve atender a algumas condições estabelecidas pela B3. É necessário que a empresa esteja presente em pelo menos 95% dos pregões durante o período das três últimas carteiras, que abrange cerca de um ano. Além disso, a movimentação financeira da empresa deve ser de pelo menos 0,1% do volume total negociado no mercado à vista durante o mesmo período. Outro critério importante é que a ação deve representar 85% do Índice de Negociabilidade (IN), que mede o volume de negociação de cada ativo na bolsa. Por fim, a ação não pode ser classificada como “penny stock”, ou seja, não pode ter seu valor de negociação inferior a R$ 1,00.